Wednesday, February 23, 2005

É, o filho a sua casa retorna.

Olá, folks.

Como diz o título acima sendo bons filhos, sempre temos vontade de agitar a nossa escrita colocando coisas inúteis e verborrágicas. Adoro essa palavra, pena que são poucas as situações que eu posso usá-la devidamente. E o que isso importa, hã?
O que interessa é que eu quero excluir a mentira e a falsidade da minha vida. Odeio ambas. São inúteis, maléficas e só servem para prejudicar e diminuir os seres humanos.
Ontem a situação foi chata. E, por isso, pretendo corrigir alguns erros meus para que a paz e a harmonia sejam mantidas. Não quero ficar ignorando os outros. Não é do meu feitio ( ou é?). Me sinto uma pessoa ruim fazendo isso. ACABOU. Não quero mais. E também não quero mais certas coisas que as pessoas andaram fazendo comigo. Meu ego não permite, amigas. E nem eu. Meu orgulho pessoal não aceita mais atitudes infanto-juvenis. Há muito ainda para acontecer. Por hora, deixa quieto. As merdas já foram feitas mesmo. Resta o sábio tempo curar todos esses problemas.
Mudando radicalmente de assunto. O que foi a minha viagem pelo 44? Será que eu sou tão esnobe, ruim e soberba assim, ou aquela merda estava fedendo, e muito? Pô, não é porque lá só entra pobre que tem que ficar com aquele cheiro pestilento. isso é demais para a minha cabecinha. E o que me revolta também são aqueles pés-de-chinelo que entram pela frente, sem pagar nada-é claro-, e ainda ficam na porta de saída do ônibus interrompendo nosso "desembarque" ( só com muita metáfora mesmo para suportar essa porcaria de transporte). Ah, assim não dá.
Já desabafei muito acá. Chega! Cansei...
Hasta la vista, próximo post.